Google+ Pictuelle Photography: Teia de aranha

20 de outubro de 2011

Teia de aranha

Teia de aranha
Imagem retirada daqui.
Coincidências acontecem… E como! Nunca parei para analisar uma mosca. Não uma de verdade. Já as vi em imagens, impressas em livros. Mas ao vivo e em cores… Nunca. Vendo uma, há poucos segundos atrás, pude notar que são bem nojentas. Durante os meses mais quentes, tenho o costume de tocá-las do meu pão do café da manhã. Por mais higiênico que seja o ambiente, elas se fazem presentes… Mas nunca vi-as com mais clareza que um vulto negro.
O assunto do que trato aqui parece e é estranhíssimo, mas estou surpreendido comigo mesmo por não ter “visto” uma mosca! Acho que agora sei porque são consideradas os animais mais perigosos da face da terra, são capazes de matar um por sua feiura. Sorte que fui desprovido disto. São animais nojentos, tem asas (claro!) estranhas e seus olhos são ridículos! Um óculos ficaria mais casual que aqueles olhos saltadões.
Pois a mosca que vi estava na janela, imóvel, mas batia as asas com toda a sua força! O barulho que a batida das asas projetava me perturbou e me fez interromper minha leitura vespertina e encarar a janela, mais especificamente, a mosca. “Mosca tonta…”, pensei. Já ía dando as costas, quando me dei por conta de que a mosca não era o único animal da janela. Uma aranha fazia companhia ao grotesco animal. Prefiro as aranhas que as moscas.Uma ia companhia ao grotesco animal. Prefiro as aranhas que as moscas. “Legal, um zoológico na minha janela!” Uma aranha fazia companhia ao grotesco animal. Prefiro as aranhas que as moscas.
Embora pequena, talvez tivesse menos de um centímetro, a aranha era capaz de imobilizar sua inimiga, que estava presa a sua teia, se esperneando.
Finalmente a mosca subiu aos céus, partiu desta para outra. Agora seu corpo está ali, pendurado na teia da janela. A aranha ainda se delicia com o sangue… E eu agora conto tudo isto. Mas acho melhor tirar o corpo da falecida e a teia dali, pois já estou farto de moscas! E amanhã, espero não ter que tocá-las do meu pão.